A Anthropic afirmou que os números provavelmente estão subestimados e espera que o impacto real seja pelo menos cinco vezes maior, já que os dados provêm de uma pesquisa com um número limitado de parceiros.
O Programa de Verificação Cibernética (CVP), reformulado e anunciado nesta terça-feira, combina dois programas que a Anthropic vem executando nos últimos seis meses.
O primeiro, o Glasswing, proporcionou às organizações que protegem softwares críticos acesso ao Claude Mythos, a família de modelos da Anthropic com maior capacidade. O segundo, o CVP original, concedeu a equipes de segurança aprovadas acesso com restrições reduzidas aos modelos Claude Opus e Sonnet.
O lançamento do Claude Mythos Preview pela empresa, em abril, gerou receios de que a IA atacar invadir softwares antes que eles fossem protegidos.
O novo programa possui três níveis, cada um com seus próprios requisitos de verificação e controles de segurança. Todos os três incluem acesso ao Claude Opus 5.5, Sonnet 5.5, Mythos 5.1 e modelos futuros.
O nível “Defesa” abrange atividades como resposta a incidentes e análise de malware. Podem se inscrever equipes de segurança, operadores de infraestrutura crítica, mantenedores de código aberto e pesquisadores com histórico de vulnerabilidades relatadas.