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terça-feira, maio 12, 2026

O fim precoce do pacto de não agressão entre Ciro Nogueira e Lula

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As investigações da Polícia Federal sobre a atuação de Ciro Nogueira como “braço político” de Daniel Vorcaro favorece Lula, uma vez que o senador do Centrão é fortemente ligado à ala bolsonarista.

Beleza. Mas parece que Ciro já estava por prever as bombas que viriam pela frente, e o fatídico “pacto de não agressão” por palanque na eleição que havia sido selado entre ele e Lula no final do ano passado acabou não durando muito tempo.

No último dia 7 de março, o senador retomou os ataques explícitos ao petista ao dizer, em uma publicação no X, que o “PT está com os dias contados” e que seria “demitido no primeiro turno de 2026”, ao exibir números da pesquisa Quaest que mostravam Lula e Flávio Bolsonaro com 46% e 43% das intenções de voto, respectivamente.

— O povo não mudou, Lula não mudou. O que mudou foi a consciência de que promessa de campanha, quando não muda a realidade, vira decepção.

Depois disso, vieram ao menos outras quatro investidas contra o governo: críticas ao aumento da conta de luz, à crise nos Correios e ao Desenrola 2.0 — programa tratado pelo Planalto como uma das vitrines econômicas de Lula para 2026.

Acontece que, se para Lula a investigação da PF é bônus, para Ciro o palanque eleitoral começa a ficar embaralhado, já que até mesmo Flávio Bolsonaro, seu candidato à presidência, adotou uma campanha em tom distante do senador após as recentes descobertas da Operação Compliance Zero.

Enquanto isso, integrantes do governo federal têm evitado ataques públicos ao senador, para travar qualquer associação entre o presidente e o Master.

[Fonte Original]

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