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sábado, junho 27, 2026

O psicólogo da Seleção brasileira que defendeu que Pelé e Garrincha não jogassem a Copa de 1958 – BBC News Brasil

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Crédito, Família Carvalhaes/Valvênio Martins

Legenda da foto, Os métodos de João Carvalhaes nunca haviam sido aplicados antes ao futebol

    • Author, John Nassoori
    • Role, BBC Sport
  • Published

  • Tempo de leitura: 9 min

Na Copa do Mundo de 1958, um jogador brasileiro, com 17 anos de idade, surpreendeu o mundo com seu futebol.

Em quatro jogos, ele marcou seis gols — três deles, na semifinal. E dois na final, com o Brasil conquistando pela primeira vez o tão almejado título mundial.

Pelé chegou à Suécia para a Copa do Mundo como um novato e saiu como um ídolo imortal do esporte. Mas um brasileiro defendeu que ele não jogasse o torneio: o professor João Carvalhaes, psicólogo da equipe.

Em absoluto contraste com seus colegas de hoje em dia — cuja atuação costuma limitar-se a apoiar o desempenho e a saúde mental dos jogadores—, Carvalhaes exercia influência concreta sobre a escalação da seleção.

E os resultados de Pelé nos testes psicotécnicos aplicados por Carvalhaes geraram sua orientação um tanto duvidosa, que foi ignorada na ocasião.

[Fonte Original]

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