“Esses instrumentos [privados de pagamentos] hoje carregam um fardo regulatório e tributário que restringe a competitividade ao invés de influenciá-la. Diminuir esse fardo não iria privilegiar uma empresa; iria aumentar a oferta ao consumidor, diminuir o custo de transações e apoiar o crescimento econômico — resultados que afetam o consumidor brasileiro e a economia num geral”, diz o material.
O senador também negou que o Pix faça uma competição direta com essas empresas de pagamentos. Ele ainda atribuiu a criação desse sistema instantâneo de pagamentos à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Instrumentos privados de pagamentos — cartões de crédito e de débito e outros tipos de empresas — oferecem funções que o Pix não substitui, incluindo crédito ao consumidor, financiamento, proteção contra disputas de pagamentos e mecanismos de contestação de compras”, declarou o pré-candidato.
O que o senador deixou de fora desta comunicação, contudo, foi o fato de que o próprio irmão dele, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, articulou para a implementação de tarifas do tipo no ano passado para tentar limitar a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da trama golpista.