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sexta-feira, julho 3, 2026

Pirataria é a única opção para preservar games, diz arquivista após fim da mídia física da Sony

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O Checkpoint desta quinta (02) traz um debate muito válido, considerando o cenário atual da indústria. Frank Cifaldi, diretor da Video Game History Foundation (VGHF), afirmou nas redes que pirataria é a única opção para preservar games. A declaração vem logo após a Sony confirmar que jogos de PlayStation não terão mais mídia física a partir de 2028.

Além disso, a Video Game History Foundation também apelou a grupos comerciais como a Entertainment Software Association (ESA) para que encontrem uma solução para a preservação de jogos digitais a longo prazo.

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Ativista de preservação de jogos concorda que pirataria é uma alternativa

O debate sobre a preservação de jogos ganhou força após a Sony anunciar o fim da produção de mídias físicas para PlayStation a partir de 2028. Em meio à discussão, Frank Cifaldi, diretor da Video Game History Foundation (VGHF), afirmou que, diante da ausência de alternativas legais, a pirataria acaba sendo “a única opção” para preservar jogos exclusivamente digitais no futuro.

Em publicação nas redes sociais, Cifaldi declarou que instituições de preservação tentam há anos buscar soluções legais junto à indústria, mas “eles se recusam a oferecer uma alternativa viável”. 

Em comunicado posterior, a VGHF reforçou que museus e arquivos já se preparavam para um cenário sem discos físicos e cobrou iniciativas da indústria para permitir que conteúdos digitais possam ser preservados e disponibilizados legalmente para pesquisa.

Instituição pede para ESA encontrar forma de preservar jogos digitais de forma legal

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O anúncio da Sony sobre o fim das mídias físicas de PlayStation e o encerramento da PS Store no PS3 e PS Vita também reacendeu o debate sobre preservação de jogos. Em resposta, a VGHF pediu que a Entertainment Software Association (ESA) trabalhe em soluções que permitam preservar legalmente jogos exclusivamente digitais para pesquisa e arquivos históricos.

Em comunicado, a VGHF afirmou que museus e instituições já entendem que “guardar discos em prateleiras não será uma solução a longo prazo”, mas criticou a falta de alternativas legais oferecidas pela indústria. 

A entidade também cobrou mudanças na legislação e afirmou que “pedir aos museus que baixem uma cópia de GTA 6 e esperem que funcione daqui a 50 anos não é uma solução de preservação”, defendendo que a ESA apoie mecanismos para preservar e disponibilizar esses conteúdos de forma legal no futuro.

PlayStation está sendo alvo de críticas por querer extinguir a mídia física

O anúncio de que a PlayStation deixará de produzir novos jogos em mídia física a partir de 2028 gerou uma onda de críticas nas redes sociais. Desde a divulgação da medida, jogadores passaram a protestar nos perfis oficiais da Sony e da marca PlayStation, criticando o fim dos discos e demonstrando preocupação com a preservação dos jogos e a propriedade das cópias digitais.

As reclamações se espalharam por plataformas como X, Instagram, YouTube, TikTok e PlayStation Blog. Entre os comentários, muitos usuários afirmam que o PS5 poderá ser seu “último PlayStation” caso a empresa mantenha a decisão, enquanto outros pedem que a Sony reconsidere a mudança. 

A repercussão também atingiu publicações sem relação com games, evidenciando a insatisfação de parte da comunidade com a transição definitiva para o formato digital em 2028.

Decisão da PlayStation em abandonar a mídia física “não afetará a Nintendo”, segundo analista

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A decisão da PlayStation de encerrar a produção de jogos em mídia física a partir de 2028 não deve alterar os planos da Nintendo para a atual geração de consoles. A avaliação é de Mat Piscatella, diretor sênior da Circana, que acredita que a empresa japonesa continuará apostando nos cartuchos do Switch 2, independentemente das estratégias adotadas por Sony e Microsoft.

Segundo Piscatella, “a Nintendo faz o que quer fazer” e não costuma mudar seus planos com base nos movimentos da concorrência. O analista destacou ainda que o varejo segue demonstrando forte apoio à fabricante, impulsionado pelo bom desempenho do Switch 2 nas vendas físicas de hardware e software. 

Apesar de considerar inevitável a redução da mídia física na indústria, ele avalia que a Nintendo deve permanecer como a principal representante desse formato durante esta geração.

Bethesda alfineta Sony com lançamento da mídia física de Oblivion Remastered para Switch 2

Poucas horas após a Sony anunciar que deixará de produzir jogos em mídia física para PlayStation a partir de 2028, a Bethesda chamou a atenção da comunidade ao divulgar um vídeo promovendo a edição física de Oblivion Remastered para Nintendo Switch 2. 

Embora a empresa não tenha citado a PlayStation, o timing da publicação foi interpretado por muitos jogadores como uma alfinetada direta à decisão da Sony. O vídeo destaca a edição física de luxo de Oblivion Remastered, que será lançada em 11 de agosto para o Switch 2. 

Nos comentários, diversos fãs elogiaram a iniciativa e aproveitaram para defender a preservação da mídia física, enquanto outros lembraram que títulos anteriores da Bethesda, como Skyrim e Fallout 4, não receberam o mesmo tratamento. Apesar da repercussão, tudo indica que a publicação já fazia parte do planejamento da empresa antes do anúncio da Sony.

E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!

[Fonte Original]

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