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terça-feira, julho 7, 2026

Como a calcinha rosa de uma tenista brasileira escandalizou Wimbledon em 1962 – BBC News Brasil

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Crédito, Getty Images

Legenda da foto, ‘O clube não acompanhava as mudanças sociais que aconteciam fora de seus muros nos anos 1960’, afirma Rob Lake, historiador do tênis

    • Author, Ellie Violet Bramley
    • Role, BBC Style
  • Published

  • Tempo de leitura: 7 min

Era um dia de verão de 1962. A tenista brasileira Maria Esther Bueno voltava a disputar Wimbledon depois de um período afastada por causa de uma lesão.

Ao entrar na quadra Central, em Londres, no Reino Unido, a “bailarina do tênis” usava um vestido branco que parecia seguir a tradição do All England Club, promotor do torneio de tênis, de exigir roupas inteiramente brancas. Até ela sacar.

Foi então que veio a surpresa: o vestido tinha um forro rosa e a calcinha era da mesma cor.

Como conta Sunita Kumar Nair, autora do recém-lançado livro Ace: The Times & Style of Tennis (“Ace: a história e o estilo do tênis”, em tradução livre), em entrevista à BBC: “Aquilo causou um rebuliço.”

Anos depois, Bueno, que àquela altura já havia conquistado dois títulos de simples feminino em Wimbledon, e ainda venceria mais um, relembrou que “houve um suspiro coletivo de um lado da quadra”.

[Fonte Original]

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