19.5 C
Brasília
quinta-feira, setembro 3, 2026

Maduro alega ser chefe de Estado e pede arquivamento de ação

- Advertisement -spot_imgspot_img
- Advertisement -spot_imgspot_img

A defesa do ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro pediu nesta quarta-feira (2) que seja arquivado o processo criminal contra ele em Nova York, sob o argumento da imunidade para chefes de Estado.

Segundo informações da agência EFE, o advogado de Maduro, Barry Pollack, entregou duas moções ao tribunal: uma para arquivar toda a acusação com base no princípio da imunidade soberana e outra, caso essa não prospere, para retirar apenas a acusação de conspiração por narcoterrorismo.

Na primeira moção, Pollack argumentou que um tribunal dos EUA não tem jurisdição para processar Maduro porque ele é “chefe de Estado de facto” e a conduta na qual as acusações se baseiam “consiste em atos atribuíveis aos cargos oficiais” e às “prerrogativas do Estado”.

“O Tribunal careceria de jurisdição sobre o senhor Maduro se este tivesse direito ou à imunidade soberana baseada em sua condição de chefe de Estado ou à imunidade soberana baseada na conduta (…). Ele tem direito a ambas”, alegou o advogado no texto.