Sexo nem sempre precisa estar associado à performance. Para uma parcela dos solteiros brasileiros, a vida íntima parece estar cada vez mais ligada a uma ideia menos performática e mais ampla de bem-estar, que envolve saúde mental, confiança, conforto e autoconhecimento. É o que indica uma pesquisa divulgada pelo happn, aplicativo de relacionamentos, às vésperas do Dia do Sexo, celebrado em 6 de setembro.
Segundo o levantamento, 51% dos entrevistados consideram a saúde sexual um pilar fundamental do equilíbrio emocional e da qualidade de vida. A percepção se torna mais forte com a idade: passa de 41% entre pessoas de 18 a 25 anos para 58% entre aquelas com 36 anos ou mais.
Os números sugerem uma mudança na maneira de encarar a intimidade. Em vez de colocar a experiência sexual apenas sob a lógica do desempenho, parte dos entrevistados parece associá-la também à forma como se sente consigo mesmo e com o outro. É uma perspectiva que ganha força à medida que a idade avança e que pode mudar também as expectativas em torno dos relacionamentos.
Prazer também pode ser uma forma de autocuidado