Antes da World Labs, Li também atuou em pesquisa de IA no Google. Em 2024, ela fundou o laboratório com o argumento de que uma inteligência geral mais robusta precisa estar “ancorada” em física e ser capaz de raciocinar sobre dados além de texto. Por causa de sua importância na área, muitas vezes é chamada de “godmather of AI” (“madrinha de IA”).
Ao anunciar o acordo, Li disse que quer levar os avanços técnicos do laboratório para além do ambiente de pesquisa. “Agora que temos uma prova concreta das possibilidades, queremos fazer tudo o que pudermos para acelerar o futuro. Para isso, precisamos ampliar nossos esforços, aumentar nosso alcance e nos aproximar mais do hardware”, escreveu, em postagem.
Em outra fala, ela defendeu que ambientes digitais ricos podem tornar o treinamento de sistemas mais seguro antes do uso no mundo real. “Agentes inteligentes, sejam robôs, veículos ou até ferramentas, podem aprender dentro de mundos digitais muito ricos e conscientes da física antes mesmo de precisarem ser implantados no mundo real, tornando tudo muito mais seguro”, afirmou, em apresentação da AMD.
Em publicação nas redes sociais, Li afirmou que a missão do laboratório continua e que a equipe quer manter a pesquisa de fronteira no longo prazo. “Não vamos abrir mão da nossa missão e estamos ainda mais animados para continuar construindo uma organização de pesquisa de fronteira líder mundial, sólida para as próximas décadas”, escreveu.
*Com informações da CNBC e do TechCrunch