“Abdulrahman Alfozan teria escondido um dispositivo de gravação secreto dentro da sala de conferências executiva de seu empregador para capturar secretamente comunicações confidenciais sobre a tecnologia de superinteligência da empresa”, afirmou o diretor da polícia federal dos EUA (FBI), Kash Patel, em comunicado.
Alfozan também teria utilizado um agente de produtividade baseado em IA para buscar informações sobre agendas e capacidades das salas de reuniões por cerca de um mês, até 16 de setembro, de acordo com a denúncia do FBI. Ele é residente permanente legal nos EUA desde setembro de 2020.
Se condenado, Alfozan pode pegar até cinco anos de prisão, multa de US$250 mil e três anos de liberdade condicional.
Alfozan estudou no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e na Universidade da Califórnia, em Berkeley, de acordo com seu perfil no LinkedIn. Anteriormente, ele trabalhou na Meta e na Microsoft.
A Reuters não conseguiu verificar de forma independente os detalhes mencionados em seu perfil no LinkedIn.
A OpenAI informou na sexta-feira que demitiu três pesquisadores após uma investigação ter constatado que eles haviam violado políticas da empresa sobre o tratamento de informações confidenciais.