Um processo de continuidade no atual movimento de confiança em alta do consumidor vai depender de contexto macroeconômico, principalmente da permanência de uma “inflação comportada”. A análise partiu de Anna Carolina Gouveia, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Ela fez a observação ao comentar evolução recente do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de abril, anunciado nesta sexta-feira (24) pela fundação. O indicador subiu pela segunda vez consecutiva, com alta de 1 ponto em abril, para 89,1 pontos, maior patamar desde dezembro de 2025 (89,1 pontos).