Incrementar a cooperação continental, com combate conjunto à infiltração do crime organizado na política, no Judiciário e no setor financeiro, interrompendo fluxos financeiros, lavagem de dinheiro e o uso do sistema bancário. Mas Washington prefere explodir lanchas no Caribe e eliminar chefões, como se viu em fevereiro com “El Mencho”, no México, já substituído por pelo menos três outros. Para o Trump 2.0 importa mais o teatro político, encenado para consumo interno. Quer passar aos eleitores a imagem de firmeza, de linha-dura, estratégia que inclui os abusos denunciados em torno das deportações. Mas as agressões do ICE, mostram as pesquisas, tiveram efeito contrário ao desejado pelo trumpismo.