O astro também comentou a frustração por não ter sido indicado ao Oscar após o drama “The Smashing Machine”. “Teria sido incrível ser indicado ao Oscar. Eu percebi muito rápido que é raro chegar a esse nível em que você sequer tem essas conversas. E é empolgante! Teria sido incrível. Eu queria que tivesse acontecido. Mas não aconteceu. Mas, de jeito nenhum, eu pensei: ‘Ah, isso não importa’. Eu sempre achei que importava. E isso acendeu um fogo na minha espinha, que é: vamos voltar ao trabalho”.
Na entrevista, Johnson disse que decidiu evitar debates políticos por causa do clima de divisão que percebeu entre fãs. “”O que aprendi com a experiência é que preciso manter o foco no principal. E o principal para mim é criar, fazer arte e contar histórias. Aprendi que vou manter minha política para mim mesmo. Política está em todo lugar o tempo todo. Eu não gosto disso. Às vezes eu odeio. Odeio as acusações, as brigas e toda a bobagem que vem junto”.
IA e volta aos blockbusters
O ator afirmou que tem interesse cauteloso em inteligência artificial e defendeu explorar mudanças grandes sem ignorar riscos. “Eu sempre fui a favor de abraçar grandes mudanças ? depois de olhar com cuidado para elas. A gente pode enfiar a cabeça na areia e ter medo, ou pode dizer: ‘Ok, estamos aqui. Vamos ver. Vamos explorar'”, disse.
Johnson volta ao circuito de grandes bilheterias com “Moana”, versão live-action da Disney, em que repete o papel do semideus Maui. Ele também citou que projetos como “Jumanji” e “Moana” marcam uma guinada após o trabalho mais dramático em “The Smashing Machine”.