Todos os 29 Estados afirmam que a Meta violou a lei federal ao coletar e utilizar indevidamente dados pessoais de crianças menores de 13 anos enquanto elas usavam as plataformas.
Os Estados indicaram que poderiam buscar quase US$ 200 bilhões em multas.
A Meta rejeitou as acusações de que teria como objetivo viciar crianças em busca de lucro e afirmou que suas pesquisas não mostraram nenhuma ligação clara entre o uso das redes sociais por adolescentes e a falta de bem-estar.
O depoimento esperado de Mosseri foi confirmado pelo gabinete do procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta. O julgamento no tribunal federal de Oakland, na Califórnia, deve se estender por grande parte do mês de setembro.
Espera-se que os jurados emitam um veredito consultivo. A juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers decidirá se a Meta é responsável e, em caso afirmativo, determinará eventuais multas civis e mudanças no Facebook e no Instagram.
Mosseri assumiu a direção do Instagram em 2018. Em fevereiro, ele prestou depoimento em um julgamento em Los Angeles, no qual um júri ordenou que a Meta e o Google, da Alphabet, pagassem US$ 6 milhões a uma mulher de 20 anos que afirmou ter se tornado viciada no Instagram e no YouTube ainda criança. Os jurados consideraram a Meta e o Google negligentes no projeto de suas plataformas.