Maioria que votou com Flavio não é de extrema direita. Só não quer mais o governo Lula

- Advertisement -spot_imgspot_img
- Advertisement -spot_imgspot_img

A onda da direita na eleição do último domingo foi uma surpresa, mas já acontecera em 2018. Além de ter sido subestimada, outros fatores podem ter acontecido para a grande votação na direita, como o voto envergonhado. Ele tem muito a ver com o desejo de mudança dos eleitores, porque a esquerda passa a sensação de que é superior aos outros. E por isso, muitos ainda têm vergonha de anunciar o voto na direita e não dizem nada nas pesquisas. E uma questão que precisa ser observada: o desejo de mudança existe, porque o terceiro governo Lula foi medíocre, não correspondeu às ambições da sociedade e esqueceu a união nacional; se ligou somente ao PT, que se impôs como maioria dentro do governo, sem lembrar que só foi eleito porque uma parte ponderada do centro votou no Lula.

Muita gente pode achar que foi um erro escolher Flavio Bolsonaro para esta mudança, mas é o que havia à disposição dos indecisos e dos que estavam no centro e não queriam mais a continuidade do governo Lula. No segundo turno, ele vai ter que reviver o Lulinha Paz e Amor e ir para o centro, buscar o apoio dos independentes. O debate da TV Globo, cancelado por interferência do STF e do TSE foi um gatilho para despertar um eleitorado que estava em dúvida.

Quem venceu no primeiro turno foi a centro-direita, mas a extrema-direita capitalizou esse movimento. A direita virou satélite da extrema direita porque o grande líder do movimento, Bolsonaro, é de extrema-direita. Mas o Brasil não é extremista. A maioria que votou com Flávio não é da extrema-direita, mas é anti Lula, e não

[Fonte Original]

- Advertisement -spot_imgspot_img

Destaques

- Advertisement -spot_img

Últimas Notícias

- Advertisement -spot_img