A origem foi confirmada por pesquisadores da Universidade do Novo México, nos Estados Unidos. Eles examinaram os isótopos de oxigênio, versões desse elemento que funcionam como uma espécie de impressão digital química, e compararam os resultados com os de outros meteoritos de Marte.
A composição e a textura da rocha chamaram a atenção da equipe liderada por Yang Liu, pesquisadora do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. O material apresentava características diferentes das observadas em outras amostras marcianas.
Foi só depois que começamos a olhar de perto que percebemos que esse meteorito é realmente único Yang Liu, em nota do JPL
Como os cientistas identificaram a ação da água
As evidências estão nas transformações químicas dos minerais. A rocha se formou pelo resfriamento lento de magma e, posteriormente, sofreu alterações provocadas por fluidos com água enquanto ainda estava em Marte.