24.5 C
Brasília
quinta-feira, abril 30, 2026

Taxa de desemprego no 1º trimestre fica em 6,1%, mostra IBGE

- Advertisement -spot_imgspot_img
- Advertisement -spot_imgspot_img

A taxa de desemprego no país foi de 6,1% no trimestre móvel encerrado em março. O resultado ficou acima do verificado no trimestre móvel anterior, finalizado em fevereiro (5,8%), mas abaixo do resultado de igual período de 2025 (7%), conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para primeiros trimestres, a taxa de desemprego foi a menor da série iniciada em 2012.

O resultado do primeiro trimestre de 2026 ficou acima da mediana das expectativas de 24 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, que apontava para uma taxa de 6%. O intervalo das projeções ia de 5,7% a 6,2%.

Nos três meses até março, o país tinha 6,6 milhões de desempregados – pessoas de 14 anos ou mais que buscaram emprego, mas não conseguiram encontrar. O número representa aumento de 19,6% frente ao trimestre móvel anterior, (mais 1,1 milhão de pessoas), mas é 13% inferior ante igual período de 2025 (menos 987 mil pessoas).

Entre janeiro e março, a população ocupada (empregados, empregadores, funcionários públicos) era de 102 milhões de pessoas. Isso representa um recuo de 1% em relação aos três meses anteriores (menos 1 milhão de pessoas ocupadas). Frente a igual trimestre de 2025, no entanto, subiu 1,5% (mais 1,5 milhão de pessoas).

Já a força de trabalho – que soma pessoas ocupadas ou em busca de empregos com 14 anos ou mais de idade – estava em 108,6 milhões no trimestre móvel encerrado em março, estável ante trimestre móvel anterior, mas com alta de 0,4% ante igual período em 2025 (mais 478 mil pessoas).

— Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

A renda média dos trabalhadores bateu novo recorde no país e avançou 1,6% no trimestre móvel encerrado março, ante trimestre móvel anterior, para R$ 3.722. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores considera a soma de todos os trabalhos.

Na comparação com igual trimestre de 2025, houve alta de 5,5%.

Já a massa de rendimentos real habitualmente recebida por pessoas ocupadas (em todos os trabalhos) também foi recorde, ao atingir R$ 374,8 bilhões no trimestre móvel encerrado em março. O número aponta estabilidade frente ao trimestre móvel anterior. Mas, frente a igual período de 2025, há aumento de 7,1% (mais R$ 24,8 bilhões), no trimestre finalizado em março desse ano.

[Fonte Original]

- Advertisement -spot_imgspot_img

Destaques

- Advertisement -spot_img

Últimas Notícias

- Advertisement -spot_img