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segunda-feira, maio 25, 2026

Acordo Bilionário Deve Blindar a Fortuna de Taylor Swift Antes do Casamento com Travis Kelce

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O casamento entre a cantora Taylor Swift e o jogador Travis Kelce movimenta fãs e advogados especializados em patrimônio bilionário nos Estados Unidos. Segundo informações publicadas pelo site TMZ, o casal deve assinar um acordo pré-nupcial antes da cerimônia prevista para o verão americano.

Por trás do sim, há uma sofisticada operação jurídica em curso. Taylor Swift acumula uma fortuna estimada em US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões, considerando o dólar a R$ 5), impulsionada pela turnê “The Eras Tour”, direitos autorais, imóveis e principalmente pelo catálogo musical, considerado um dos ativos mais valiosos da indústria fonográfica.

Do outro lado, Travis Kelce possui patrimônio estimado em US$ 90 milhões (aproximadamente R$ 450 milhões), construído com salários da NFL, contratos publicitários e investimentos. A diferença patrimonial entre os dois transforma o acordo em uma peça relevante da organização do casal, segundo o site.

As informações do TMZ indicam que acordo deve prever cláusulas rígidas de confidencialidade, proteção integral dos bens individuais e exclusão de qualquer pensão em caso de separação. Outro ponto envolve a valorização futura dos ativos de Taylor, especialmente músicas, royalties e propriedades intelectuais.

A escolha do estado americano onde o documento será elaborado virou uma discussão estratégica, segundo a reportagem. Isso porque as regras para acordos pré-nupciais variam bastante nos Estados Unidos. Segundo especialistas ouvidos pelo TMZ, Rhode Island e Kansas aparecem entre os estados mais favoráveis para casais ultrarricos, enquanto Nova York seria um dos ambientes jurídicos menos previsíveis para esse tipo de contrato.

Taylor possui imóveis em Rhode Island, Nova York e Tennessee. Já Kelce mantém forte ligação com Missouri e Kansas, onde atua pelo Kansas City Chiefs. A tendência, segundo especialistas americanos, é que o casal escolha uma jurisdição considerada mais rígida na proteção de patrimônio individual e menos propensa a revisões judiciais futuras.

[Fonte Original]

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