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quarta-feira, junho 3, 2026

Brasileiros ganham mais tempo para emitir nova identidade e evitar problemas com benefícios sociais

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O governo federal decidiu ampliar o prazo para a exigência da biometria vinculada à nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Com a mudança, milhões de brasileiros terão mais tempo para regularizar a documentação sem risco imediato de bloqueios ou dificuldades no acesso a benefícios sociais.

A medida consta na Portaria SGD/MGI nº 2.907/2026, publicada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). O novo cronograma altera as datas previstas para a obrigatoriedade da biometria e da nova identidade em todo o país.

A decisão chegou após a avaliação de que muitos cidadãos ainda não concluíram o cadastro biométrico exigido pelo governo. Por isso, a União optou por estender os prazos e permitir uma adaptação mais tranquila ao novo sistema de identificação.

Quem precisará emitir o novo RG

As novas regras não tratam todos os cidadãos da mesma forma. O governo definiu prazos diferentes conforme a situação cadastral de cada pessoa.

Quem ainda não possui nenhum registro biométrico precisará emitir a Carteira de Identidade Nacional a partir de janeiro de 2027.

Por outro lado, quem já tem biometria cadastrada em bases oficiais, como o TSE, a CNH ou o passaporte, ganhou mais tempo para se adequar. Nesses casos, a exigência da nova identidade só passará a valer em janeiro de 2028.

As determinações valem tanto para quem já recebe benefícios sociais quanto para futuros beneficiários.

Governo evita transtornos durante a transição

Antes da publicação da nova portaria, parte da população poderia enfrentar exigências relacionadas à biometria ainda em 2026.

Com a mudança, o governo pretende ampliar o período disponível para que os cidadãos realizem gratuitamente o cadastramento biométrico e atualizem os documentos.

A expectativa é reduzir dificuldades durante a implantação da nova política de identificação nacional, além de evitar que pessoas deixem de acessar serviços públicos por falta de regularização documental.

O que muda com a Carteira de Identidade Nacional – CIN

A CIN substitui gradualmente o modelo tradicional do RG e adota o CPF como número único de identificação em todo o território nacional.

Além disso, o documento reúne dados biométricos e busca diminuir problemas relacionados a registros duplicados ou divergentes entre estados.

Na versão digital, o cidadão também pode incluir informações complementares, como CNH e título de eleitor.

Como solicitar o novo RG

Para emitir a nova identidade, o cidadão deve acessar o portal do governo ou o sistema de agendamento disponibilizado pelo estado onde mora.

No dia marcado, será necessário apresentar a certidão de nascimento ou a certidão de casamento, conforme o caso.

A emissão da primeira via da Carteira de Identidade Nacional segue gratuita em todo o Brasil. Com os novos prazos definidos pelo governo federal, os brasileiros passam a contar com mais tempo para atualizar a documentação e manter o acesso regular aos benefícios e serviços públicos.

[Fonte Original]

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