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segunda-feira, julho 13, 2026

Além do recrutamento: como grupos terroristas estão usando chatbots de IA

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Hoje, como destacam Dass e outros especialistas, uma pessoa determinada a cometer um atentado consegue encontrar, na internet, informações sobre fabricação de bombas ou armas feitas em impressoras 3D sem precisar recorrer à IA.

Por isso, para Neves, uma das questões centrais é se IA fornece informações que uma pessoa não conseguiria obter de outra maneira ou se essas informações são melhores.

Klein concorda que os LLMs devem ser vistos como uma continuação de outras tecnologias disruptivas. Assim como a internet e os aplicativos de mensagens criptografadas foram adotados por grupos extremistas, a IA também está sendo incorporada ao seu repertório.

“Não há necessariamente evidências de que a IA esteja criando mais terroristas”, diz Klein. “A questão está mais relacionada à forma como a IA interage com as pessoas e influencia o percurso delas rumo à violência.”

Segundo ela, antes mesmo da fase de pesquisa ou planejamento de ataques, a IA pode acelerar etapas do processo de radicalização, validando ressentimentos ou incentivando, de maneira quase servil, crenças que o indivíduo já possui.

Instrutor em vez de um manual

“Uma pessoa determinada acabará encontrando a maioria das informações que procura”, diz Adam Hadley, diretor da Tech Against Terrorism.



[Fonte Original]

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