Plataformas apostam em cenário de alta maturidade do mercado esportivo e em um ambiente regulatório cada vez mais favorável a criptomoedas e tokenização.
Resumo da notícia:
Copa do Mundo acontece em cenário de alta maturidade do mercado esportivo e um ambiente regulatório cada vez mais favorável às criptomoedas e à tokenização.
Tokenização de recebíveis é outra frente da plataforma, de olho no Impacto econômico direto do evento esportivo.
O segmento de tokens esportivos se aquece para a Copa do Mundo da FIFA, que acontece nos Estados Unidos, Canadá e México, de 11 de junho a 19 de julho.
Para o grupo Chiliz, o torneio ocorre em um cenário de alta maturidade do mercado esportivo e um ambiente regulatório cada vez mais favorável às criptomoedas e à tokenização. A competição representa um catalisador estratégico para a expansão global do engajamento entre clubes, seleções e torcedores.
A estimativa das plataformas de tokens esportivos para o evento na América do Norte é de mais crescimento do segmento. A Copa de 2026 deve gerar o maior impacto econômico nos Estados Unidos, país que lidera métricas globais de monetização esportiva e inovação tecnológica.
As plataformas também apostam na expansão dos fan tokens pela possibilidade de torcedores acessarem experiências exclusivas e participarem de decisões relacionadas às equipes por meio da tecnologia blockchain.
Patrocínio e venda de ingressos devem elevar a arrecadação total da FIFA para além dos US$ 10,9 bilhões, com a digitalização do esporte abrindo novas frentes de monetização. Alguns protocolos já permitem que organizações esportivas antecipem receitas futuras por meio da tokenização, transformando direitos comerciais em ativos digitais líquidos.
O provedor de blockchain para a indústria de esportes e entretenimento informou que pretende usar a Copa do Mundo como catalisador e tentar superar seus números de 2025, quando alcançou 70 organizações esportivas integradas e crescimento de 40% na expansão de ativos.
De olho na Copa do Mundo e DeFi, fan tokens da Chiliz também desembarcaram na Solana e Base, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.