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sábado, abril 18, 2026

Operação PowerOff derruba 53 domínios de DDoS e prende suspeitos

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A Operação PowerOff foi executada por policiais e agências de segurança cibernética de 21 países em medidas coordenadas de repressão e prevenção contra a ameaça de ataques DDoS. O Brasil está entre os países investigados na operação.

Em comunicado, a Europol afirma que os ataques DDoS por encomenda são “uma das tendências mais prolíficas e facilmente acessíveis no crime cibernético”, pois permitem que indivíduos com pouco conhecimento técnico sigam tutoriais passo a passo para executar ataques cibernéticos.

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Serviços ilegais de booter foram o principal alvo da operação

A operação desmantelou serviços ilegais de booter, infraestrutura que tornava possíveis os ataques DDoS por encomenda. Além de desmanchar a infraestrutura técnica usada para dar suporte a ataques DDoS, que incluía servidores e bancos de dados.

Serviços de DDoS por encomenda permitem que qualquer pessoa contrate ataques cibernéticos seguindo tutoriais passo a passo, sem necessidade de conhecimento técnico avançado.

A Europol afirmou que a apreensão da infraestrutura prejudicou os serviços de DDoS por encomenda e impediu que novas vítimas fossem alvo e prejudicadas por ataques.

Três milhões de contas criminosas apreendidas

A operação também apreendeu bancos de dados com informações sobre mais de três milhões de contas de usuários criminosos. Com isso, foi possível realizar quatro prisões e bloquear 53 domínios, além da remoção de mais de 100 URLs que anunciavam serviços de DDoS por encomenda dos resultados dos mecanismos de busca.

“Esses ataques causam danos significativos a empresas e indivíduos em todo o mundo, visando servidores, sites ou serviços online e tornando-os inacessíveis a usuários legítimos”, acrescentou a agência.

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O FBI participou da Operação PowerOff ao lado de autoridades de outros 20 países para desmantelar a infraestrutura de ataques DDoS por encomenda.

Autoridades enviaram 75 mil alertas a usuários dos serviços de DDoS por encomenda

As autoridades também utilizaram as informações obtidas das contas de usuários de DDoS por encomenda para distribuir 75 mil e-mails e cartas de advertência aos usuários dos serviços. Outros avisos foram publicados em plataformas de criptomoedas e blockchain que os cibercriminosos utilizam para pagar pela contratação de ataques DDoS.

“O FBI, por meio de suas autoridades exclusivas, recursos de nível mundial e parcerias duradouras, continua a se defender contra as ameaças cibernéticas”, afirmou um comunicado do FBI sobre a Operação PowerOff.

A lista completa de países envolvidos na ação conjunta, que ainda está em andamento, inclui Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Bulgária, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Alemanha, Japão, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Polônia, Portugal, Suécia, Tailândia, Reino Unido e Estados Unidos.

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[Fonte Original]

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