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quinta-feira, maio 21, 2026

Centro-Oeste foi única região que não teve desaceleração da atividade econômica em 2025, mostra boletim do BC

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Puxado pelo agro, o Centro-Oeste foi a única região que não teve desaceleração na atividade econômica em 2025. Os dados constam no Boletim Regional de 2025, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta quinta-feira (21).

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil subiu 2,3% em 2025 depois de ter registrado uma alta de 3,4% no ano anterior. A autoridade monetária declarou que o crescimento da atividade econômica foi disseminado regionalmente, apesar de ter desacelerado em 4 das 5 grandes regiões.

Segundo o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), o Centro-Oeste subiu 5% no ano passado ante 27% do ano anterior. A alta na agropecuária teve peso de 17,7% no indicador. O crescimento da produção agrícola contribuiu, especialmente, na atividade econômica de Mato Grosso.

O Norte teve a 2ª maior taxa de crescimento entre as regiões. A alta foi de 3,3% em 2025, ante 4,7% no ano anterior. O Banco Central declarou que a atividade da região foi beneficiada também pela agropecuária. A indústria da transformação e o comércio também contribuíram.

O Sul cresceu 3,1% em 2025. A taxa de expansão havia sido de 3,8% em 2024. O BC disse que a indústria da transformação, o comércio e a agropecuária permitiram o desempenho acima da média nacional.

No Sudeste, o crescimento foi de 1,6%, após alta de 3,2% em 2024. O Banco Central declarou que a piora foi influenciada pelo recuo na indústria da transformação e no comércio, mas foi parcialmente compensado pelos resultados da indústria extrativa, dos serviços e da agropecuária.

No Nordeste, a atividade econômica avançou 2,3% depois de ter alta de 3,9% no ano anterior. O recuo da indústria de transformação, do comércio e dos serviços contribuíram para o enfraquecimento.

Segundo o Banco Central, o mercado de trabalho continuou aquecido e todas as regiões atingiram, em 2025, suas menores taxas de desocupação desde o início da série histórica, iniciada em 2012.

O crescimento do crédito ocorreu em ritmo menor do que em 2024 nas cinco regiões. A desaceleração foi maior no Centro-Oeste, que tem maior participação do crédito rural.

— Foto: Evandro Monteiro/Valor

[Fonte Original]

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