Erguer a taça mais famosa do planeta nunca valeu tanto. Além da consagração eterna na história do futebol, a campeã da Copa do Mundo de 2026 receberá uma fatia generosa da premiação bilionária anunciada pela Fifa. Neste ano, a seleção vencedora leva para casa US$ 50 milhões (R$ 250 milhões).
Já o vice fica com US$ 33 milhões (R$ 166 milhões), enquanto terceiro e quarto lugar embolsam US$ 29 milhões (R$ 148 milhões) e US$ 27 milhões (R$ 138 milhões).
O valor destinado pela entidade para a Copa 2026 representa um salto em relação às edições anteriores. No total, a Fifa distribuirá US$ 655 milhões (R$ 3,2 bilhões) entre as 48 seleções participantes. Cada equipe receberá US$ 9 milhões (R$ 45 milhões) apenas por disputar a fase de grupos. A partir daí, os valores crescem progressivamente de acordo com o avanço das seleções nas fases eliminatórias do torneio.
O montante reservado para essas 48 seleções é em torno de 50% superior aos US$ 440 milhões (R$ 2,2 bilhões) distribuídos na Copa do Catar, em 2022.
Na época, o valor já havia sido 10% maior do que o registrado na Copa da Rússia, em 2018, quando a entidade pagou US$ 400 milhões (R$ 2,05 bilhões) em premiações.
Em termos de comparação, segundo dados da Salary Leaks, em 1982, na Copa da Espanha, a Fifa distribuiu aproximadamente US$ 20 milhões (R$ 102 milhões) em prêmios. O valor saltou para US$ 262 milhões (R$ 1,3 bilhões) na Alemanha, em 2006, e alcançou US$ 348 milhões (R$ 1,7 bilhões) na África do Sul, em 2010. Quatro anos depois, no Brasil, a quantia chegou a aproximadamente US$ 358 milhões (R$ 1,8 bilhões).
Últimas 6 edições de Copas do Mundo – Valor distribuído em premiações pela Fifa
- EUA, Canadá e México 2026 – US$ 655 milhões (R$ 3,2 bilhões)
- Catar 2022 – US$ 440 milhões (R$ 2,2 bilhões)
- Rússia 2018 – US$ 400 milhões (R$ 2,05 bilhões)
- Brasil 2014 – US$ 358 milhões (R$ 1,8 bilhões)
- África do Sul 2010 – US$ 348 milhões (R$ 1,7 bilhões)
- Alemanha 2006 – US$ 262 milhões (R$ 1,3 bilhões)