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segunda-feira, maio 4, 2026

Estudo encontra resultados contraditórios sobre proibição de celulares em escolas nos EUA; entenda

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A proibição de celulares em alguns estados americanos tinha como objetivo melhorar muitos dos problemas que afetavam a educação americana, incluindo distração, bullying, queda nas notas dos testes e absenteísmo. A ideia atraiu um apoio bipartidário raro e, nos últimos três anos, dois terços dos estados aprovaram leis que restringem o uso de celulares nas escolas. Mas as proibições alcançaram apenas alguns dos objetivos que educadores e pais esperavam, pelo menos até agora, de acordo com um novo estudo, o maior do gênero, que será publicado nesta segunda-feira pelo National Bureau of Economic Research.

Escolas que adotaram proibições rigorosas — exigindo que os alunos mantivessem seus dispositivos em bolsas trancadas durante todo o dia letivo — observaram uma queda significativa no uso de celulares pelos alunos. No entanto, as notas dos testes não aumentaram, em média, nesses locais. E, inicialmente, a proibição de celulares levou a taxas de suspensão mais altas.

Ainda assim, os professores ficaram muito satisfeitos com a mudança, relatando menos distrações causadas pelo uso pessoal de celulares. Com o tempo, os alunos de escolas com proibições rigorosas relataram uma maior sensação de bem-estar pessoal.

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Stanford, da Universidade Duke, da Universidade da Pensilvânia e da Universidade de Michigan, utilizou dados da Yondr, uma empresa que fabrica capas para celulares com fecho magnético especial. Os alunos são obrigados a colocar seus celulares em capas individuais ao chegarem à escola. Eles ficam com suas capas, mas só podem destravá-las após o toque do último sinal.

[Fonte Original]

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