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domingo, maio 3, 2026

Vendedor de café é morto com 14 golpes de faca de serra em Simões Filho

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Na manhã desta sexta-feira, 1º de maio, dia do trabalhador, um homem de 59 anos foi brutalmente assassinado em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). O caso aconteceu no bairro Estrada de Candeias, comunidade localizada próximo ao Centro da Cidade.

A vítima, identificada como Jutaguaraci Castilho Dias, era conhecida como “Café” e trabalhava há mais de 30 anos vendendo cafezinho pelas ruas de Simões Filho.

O que aconteceu?

Eram cerca de 3:30h da manhã quando Gilson iniciou mais um dia de trabalho. Como fazia há anos, ele acordou ainda de madrugada, preparou o café e encheu as garrafas térmicas. Em seguida, organizou tudo no caixote que usava para vender pelas ruas.

A rotina não mudou nem mesmo no feriado do Dia do Trabalhador. Por volta das 4:30/5:00, ele saiu de casa em direção à Avenida Washington Luiz, localizada no bairro Estrada de Candeias. Seria mais uma manhã comum. Não foi.

Minutos depois, o vendedor de café, identificado como Jutaguaraci Castilho Dias, de 59 anos, conhecido como “Café”, foi encontrado morto.

Café levou 14 golpes de faca

Segundo o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o homem sofreu cerca de 14 facadas. Os golpes atingiram o peito, a barriga e também as costas. Perto do corpo, peritos encontraram uma faca de serra, usada na ação.

O corpo ficou caído em frente a uma residência, já com grande quantidade de sangue no chão. A poucos metros dali, cerca de sete metros, estava o caixote usado por ele no trabalho, com garrafas de café ainda intactas. Nada foi levado.

Moradores disseram não ter ouvido gritos ou qualquer movimentação estranha. Quando perceberam algo, ele já estava no chão, sem sinais de vida. O silêncio durante o crime intriga. Em uma área residencial, seria esperado algum tipo de reação.

Investigação

A Polícia Civil iniciou as investigações, mas enfrenta um obstáculo. Não há câmeras de segurança na localidade que ajudem a reconstituir o que aconteceu.

Os investigadores analisam diferentes possibilidades. Uma delas aponta para emboscada. Nesse caso, o suspeito pode ter se escondido e atacado Gilson de surpresa, sem chance de reação.

Outra linha considera uma possível discussão. A suspeita é de que um desentendimento tenha evoluído rapidamente para uma agressão violenta, resultando nos golpes de faca.

Até o momento, a Polícia Civil não confirmou nenhuma hipótese oficialmente. Peritos recolheram a faca e também o cabo do objeto, encontrado separado, próximo à calçada. O material segue para análise.

O que diz a família de café?

Familiares afirmam que Gilson não tinha inimigos nem histórico de conflitos. Ele era conhecido na região pelo trabalho diário e pelo contato frequente com moradores.

Essa informação amplia o mistério. Se não houve roubo e não há relatos de desentendimentos, o que levou ao ataque? A polícia tenta responder essa pergunta.

O caso está sob responsabilidade da 22ª Delegacia Territorial. Quem tiver informações que ajudem a identificar o suspeito pode repassá-las de forma anônima.

[Fonte Original]

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