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sexta-feira, maio 1, 2026

Bitcoin hoje: BTC sobe e retoma os US$ 77 mil acompanhando bons resultados de big techs

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O Bitcoin começa maio em alta, retomando o patamar de US$ 77 mil, apoiado em parte pelo bom humor dos investidores após bons resultados corporativos das gigantes de tecnologia, apesar do ambiente ainda incerto, pressionado especialmente pela falta de avanço nas conversas entre Estados Unidos e Irã.

Nesta manhã, o Bitcoin tem alta de 1,4%, cotado a US$ 77.253. Em reais, a maior criptomoeda do mundo estava em R$ 383.372, segundo dados do Portal do Bitcoin. O Ethereum, por sua vez, sobe 0,6%, a US$ 2.281. Já o XRP tem alta de 0,4%, enquanto a Solana avança 1,1%.

A alta do Bitcoin ocorre após a maior criptomoeda do mercado encontrar suporte em US$ 75.000, um preço que anteriormente teve dificuldade em superar. Com isso, analistas destacam que o BTC está preso entre US$ 75.000 e US$ 80.000 desde 19 de abril. As taxas de financiamento negativas nas bolsas de futuros indicam que os traders estão, em geral, posicionados para uma queda.

Além disso, os ganhos são puxados pelas big techs após a Apple acompanhar seus pares com bons resultados trimestrais, o que melhorou o sentimento em todo o setor. As empresas, que incluem a Alphabet, controladora do Google, a Microsoft, a Meta e a Amazon, reportaram crescimento de receita de dois dígitos.

Os resultados ajudaram os ativos de risco a subir, à medida que a confiança renovada no crescimento da inteligência artificial atraiu investidores de volta para ações e criptomoedas, embora a recuperação até agora reflita compras por alívio, e não a convicção de que uma nova alta tenha começado.

Segundo o Mercado Bitcoin, porém, o mercado está lidando com “pressão de curto prazo com fatores estruturais ainda incertos”, incluindo expectativas reduzidas de corte de juros, saídas de capital de ETFs e maior risco geopolítico.

Do lado macro, o mercado avalia a questão no Oriente Médio conforme o presidente Donald Trump enfrenta um prazo de 60 dias, conforme a Resolução sobre Poderes de Guerra, que define o período para uma ação militar. A lei, de 1973, define que um presidente deve retirar as tropas em até 60 dias após notificar o Congresso sobre seu destacamento, a menos que os parlamentares autorizem a ação militar, o que não ocorreu nos EUA.

O governo Trump argumentou nesta sexta-feira que o cessar-fogo alcançado há três semanas “encerrou” as hostilidades entre os dois lados. Isso permitiria que a Casa Branca evitasse a necessidade de aprovação do Congresso para a guerra. Por outro lado, um funcionário do governo afirmou à CNBC que a ausência de fogo direto entre as forças americanas e o Irã desde o primeiro acordo de cessar-fogo, em 7 de abril, significa que o prazo de 60 dias não se aplica mais.

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[Fonte Original]

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