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sexta-feira, maio 1, 2026

Top 5 do mês: as criptomoedas que mais valorizaram em abril

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O mercado de criptomoedas voltou a mostrar forte dinamismo em abril, com uma série de ativos registrando valorizações expressivas mesmo em um cenário ainda marcado por volatilidade. Em meio a narrativas que vão desde adoção institucional até movimentos técnicos e eventos específicos de tokenomics, alguns projetos conseguiram se destacar de forma consistente ao longo do mês.

Entre os principais destaques estão tokens ligados a diferentes segmentos do ecossistema, como venture capital, NFTs, infraestrutura financeira, governança descentralizada e DeFi. Projetos como Blockchain Capital, Pudgy Penguins, Stable Sea, DeXe e JustLend DAO ilustram bem essa diversidade, cada um impulsionado por catalisadores específicos que ajudaram a sustentar o interesse dos investidores.

A seguir, reunimos as cinco maiores altas do mês no mercado cripto, detalhando não apenas os números, mas também os principais fatores por trás dessas valorizações.

Blockchain Capital (BCAP)

A Blockchain Capital (BCAP) registrou alta de 359% no mês, com o token sendo negociado a US$ 105,75 no momento da redação.

Trata-se de um token associado à Blockchain Capital, uma das principais gestoras de venture capital focadas em criptoativos. A empresa investe em projetos do setor, desde startups em estágio inicial até companhias mais consolidadas, tendo no portfólio nomes relevantes como exchanges e emissores de stablecoins. Na prática, o BCAP funciona como uma forma de exposição ao desempenho e à reputação desse ecossistema de investimentos em blockchain.

A forte alta do token no mês está ligada principalmente ao anúncio de uma nova captação de até US$ 700 milhões para dois fundos da gestora. Esse movimento sinaliza maior entrada de capital institucional e expansão das atividades da empresa, o que tende a aumentar a confiança dos investidores. Assim, o mercado reage antecipando mais investimentos, crescimento do portfólio e potencial valorização do setor, impulsionando o preço do BCAP.

Pudgy Penguins (PENGU)

O Pudy Penguins (PENGU) registra valorização de 53% no acumulado de 30 dias, sendo negociado a US$ 0,01001.

PENGU é token ligado ao projeto Pudgy Penguins, uma coleção de NFTs que ganhou grande relevância no mercado por sua forte comunidade e presença cultural fora do nicho cripto. Com o tempo, o projeto expandiu seu ecossistema com produtos, iniciativas digitais e integração com outras plataformas, transformando o PENGU em um ativo que representa não só os NFTs, mas todo o engajamento e a marca construída ao redor da coleção.

A valorização recente está ligada a fatores concretos de mercado, especialmente ao desbloqueio de cerca de 703 milhões de tokens PENGU em 17 de abril — o equivalente a aproximadamente 0,79% da oferta total. Esse evento aumentou significativamente a liquidez, com os tokens sendo rapidamente distribuídos entre várias carteiras, padrão geralmente associado à preparação para vendas graduais. Ao mesmo tempo, o interesse em derivativos cresceu: o open interest em contratos futuros saltou de cerca de US$ 36 milhões para US$ 59 milhões durante a alta, indicando entrada de novos participantes e maior atividade especulativa.

Stable (STABLE)

O Stable (STABLE) teve uma alta de 47,6% em abril, sendo vendido a US$ 0,03223.

A criptomoeda é ligada à Stable Sea, uma plataforma que busca conectar o mercado financeiro tradicional ao universo cripto por meio de soluções como gestão de caixa corporativo e ativos tokenizados. A proposta do projeto gira em torno do uso de stablecoins como infraestrutura financeira, permitindo que empresas movimentem capital e acessem rendimentos de forma mais eficiente usando blockchain.

A alta recente está associada a avanços concretos na adoção institucional e ao aumento de visibilidade do projeto. Um dos principais catalisadores foi a integração de um fundo de títulos do Tesouro americano tokenizado da WisdomTree, que oferece rendimento de cerca de 3,43% para empresas dentro da plataforma — reforçando o uso real do ecossistema. Além disso, o token chegou a subir cerca de 15% em um único dia após uma apresentação do CEO em um evento do setor, enquanto a estrutura técnica permaneceu em tendência de alta, mesmo com alguma perda de força no volume. Esse conjunto de utilidade prática e narrativa positiva ajudou a sustentar a valorização no mês.

Dexe (DEXE)

O Dexe (DEXE) subiu 41,5% em 30 dias e é vendido a US$ 11,38.

Este é o token da DeXe, uma plataforma focada em infraestrutura para governança descentralizada (DAO), permitindo que comunidades e projetos gerenciem decisões de forma on-chain. O protocolo se posiciona dentro do setor de governança cripto, oferecendo ferramentas para organização, votação e gestão de capital coletivo, um nicho que voltou a ganhar atenção com a evolução dos modelos descentralizados.

A forte alta recente está ligada a fatores estruturais e de mercado. Um dos principais é a oferta limitada em circulação — cerca de 48% do total de tokens — o que cria um efeito de escassez e pressiona o preço com o aumento da demanda. Além disso, o volume de negociações subiu para cerca de US$ 20 milhões em 24 horas (aproximadamente 10% do market cap), sinalizando possível entrada de capital mais sofisticado. Esse movimento também ocorre em meio a um renovado interesse por projetos de governança DAO, impulsionando o DEXE como um dos destaques do setor no período.

JUST (JST)

O JUST (JST) teve alta de 41,5% e é cotado a US$ 0,08732

Está a criptomoeda de governança do protocolo JustLend DAO, uma plataforma de empréstimos descentralizados construída na rede TRON. O projeto permite que usuários emprestem e tomem ativos em DeFi, ao mesmo tempo em que utiliza o JST para decisões de governança e captura de valor dentro do ecossistema.

Em abril de 2026, o protocolo realizou a queima de 1,35 bilhão de tokens JST — cerca de 13,7% do supply — reduzindo significativamente a oferta circulante. Além disso, o crescimento do ecossistema reforça a tese de alta: o TVL atingiu US$ 6,91 bilhões com mais de 482 mil usuários, enquanto a rede TRON movimentou mais de US$ 2 trilhões em USDT no trimestre, gerando receitas que sustentam novas recompras de tokens. Esse conjunto de redução de oferta e forte atividade na rede ajudou a impulsionar a confiança e o preço do ativo.

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